sexta-feira, 30 de julho de 2010

Mais uma mordida? Ou está muito amargo?


Sabes o que é um gosto amargo? Aquele em que enrugas vários centímetros quadrados de pele, expressando facialmente que não gostaste do que sentiste ou experimentaste. Mas amargura pode-se comparar às consequências ocasionadas a sí sentidas; algo que lhe atingiste por dentro, por exemplo. Mas por que "amargo"? Não é um gosto muito agradável, que convém ao desejo de querer mais, digo o porquê. Ser acordado, para uns, pode ter um gosto amargo de infelicidade. rs. (modesta parte, eu fico puto). Ir à caixa de correio e pegar um inquérito judicial de um próprio ente querido que deu partida contra você; traz um sentimento ruin, amargo, semelhante ao de uma coisa não muito gostosa que comeste mais cedo. Chegar em casa desempregado, sair esta noite pensando no namoro que há pouco tempo terminaste, não passar no vestibular, lembrar da morte da bizerra, e tão somente, particulamente, pensar no título que começou em "Com quantas doses de sarcasamo e malandragem os objetivos são alcançados com êxito" e agora prossegue em "Com quantos telefonemas e quantas viagens à roça para agrada-la e mostrar o quão me satisfaz, vão ser preciso para dar continuidade ao primeiro título e construir o segundo?"; não é algo que magoa, apenas vem-me à boca, sutilmente, um gosto amargo fundindo à anciedade que dribla meu paladar e vai direto à mente. Confuso? Talvez. Comparar gosto a sentimento não está sendo proposital, muito menos estou brincando com as palavras. Está acontecendo. E explicar isso? Talvez você possa me ajudar. Dar-te-ia satisfação e auto-estima elevada, algo que não lhe convém nos ultimos tempos em alta, palavras de altoria da própria. Risos e sorrios? Certas vezes trouxe e trar-lhe-ei sempre! Saudade? Ja nem sei que palavra é essa. Um confecionário talvez seria, um "bobo da corte" talvez interpretasse, um conquistador barato ? Talvez figurasse. Mas não! Prefiro ser o malandrinho, alguém que, com um pouco de ingenuidade no começo e muita brincadeira, deu partida a uma história. Um capítulo uma vez construído e agora trabalhado para que chegue ao mais esperado, o final do livro. O final do livro eu disse, não o final da história, uma vez iniciada e agora estudada e observada, de bem longe, mas não ausente; não estou. Agora escrito, o conto obteve vida e enraizou-se. Frutifocou a maçã doce e o limão azedo e amargo. Mas afinal, qual das duas estou colhendo e degustando?

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Uma dose de Paz para "encher o papo"


Ah! Se vendesse "Paz" em botequim; brindaria todos os dias antes de começar aquela partida de Buraco tradicional com os amigos, até pagaria uma dose para o Zé da padaria, para a dona Maria do sacolão e quem sabe para o seu Manél sapateiro, não gostava muito quando ia lá para minha mãe dar algum recado ou algo do tipo, mas tudo bem, uma pequena dose não desceria "quadrada", suponho; Levaria todos os meus amigos à esse boteco, seria motivo de gandaia todas as noites! Beber e dirigir? Concerteza! Seria o motorista mais alcoolizado sobre o asfalto! Ligaria para os alcoólicos anônimos só para saber como vão todos aqueles à quem levei ao vício; Acho que venderia tal bebida em meu boteco também, não! Na verdade, levaria a todos os botecos, em todas as esquinas da cidade! Poderia ser oferecida aos Romanos antes de guerriar com outra cidade, a comando de Julio César, poderia dar aos americanos antes de atacar Hiroshima ou até mesmo à Hitler, quem sabe algum mandado de execução de uma câmara de gás não teria sido ignorada; Talvez lá na época de Cristo, ao invés de seia de natal, um pit stop nesse boteco não seria má idéia para nós, descendentes; Meros trocadilhos. Em fim, um objetivo desejados por muitos, a Paz. Estacionada em poucos lugares, lugares estes cujo o espaço é dividido em meio à violencia, à ignorância, ao hipocratismo e não o de menos valor, o pensamento soberbo; a visão do próximo querer exautar-se sobre os outros, empautando a superioridade, é o bastante para espantar um pouco a paz, mesmo que seja somente a paz psicológica dentro da própria pessoa, cujo lugar, na minha opnião, é o pior para não possui-la. Pague uma dose à toda pessoa que encontrar nesse boteco, leve todos à esse boteco, alcoolise todos ao seu redor, com cada um fazendo sua parte, quem sabe um dia a galinha não "enche o papo".

sábado, 17 de julho de 2010

Do peito amigo, o irmão nasceu



Amizade - Em amplo sentido; Relação fetiva entre pessoas próximas que provém de recíprocos sentimentos não nescessariamente amorosos ou sexuais. Será que existe alguma fraze ou texto que definiria a importância de uma amizade? Inúmeras, eu digo. Não existe uma, duas ou três formas de expressar-se o quão valor de uma amizade é importante, existem várias! A absoluta e sincera opnião à quem a adimiração é mútua não deve ser reservada, pelo contrário, deve ser totalmente visível para que seja plausível pelas outras amizades com quem relacionadas, contudo alimentando o valor merecido. Não há uma amizade, boa e verdadeira, que não seja digna do mensionado. A felicidade e a satisfação podem ser duas amigas fiéis aos contemplados de uma amizade saudável, que por sua vez nasceu de um simples ato de expressividade. Diga à quem, cuja afetividade se encaixa no transcrito, o quanto o ama; não tão somente só o grau de afetividade será elevada, mas também, a satisfação, o que é importantíssimo ao ego. Ame, valorize, fale, elogie e abstráia tudo do que há de melhor em uma amizade; afinal em um mundo tão grande como o nosso, vasto de loucos e de culturas cinistras, não tem como rir de tudo sozinho, venhamos e convenhamos: tudo pode, e sempre poderá se tornar mais engraçado ao lado de alguém louco como você.