Cássio Pires
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Ah! As palavras...
Elas parecem borboletas nadando entre as polimerizações.
Mas basta um vento e espatifam no chão feito sopa de uma criança mal-criada.
E o pior, é que o barulho pode aborrecer um jardim inteiro de dormideiras.
sábado, 6 de junho de 2015
e eu morro de saudade quando a vejo
e me banho de perfume e de beijo
me lambuzo até os beiços!
com gostinho de "miragem lá"
desço, corto o cheiro
da borboleta sem jeito
que me lembrava o olheiro
que contratei pra te investigar
quero saber se ainda a vejo?
dentro dos bocejos
dos meus tracejos
que costuro teu "laiá-laiá"
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