domingo, 11 de setembro de 2011

Nadei, nadei e nadei.
Onde estou?
(...)
Arbustos e folhagens, lindas.
Para que servem?
(...)
Estupendas choupanas!
(...)
Sem minha bússola, perdido estou.
Tudo que é lindo e maravilhoso, sumiu.
Esta noite não flamejarei meu cachimbo.
Corriqueiro dia, acho que vou me deitar.
Hoje é domingo pede cachimbo, o cachimbo é de barro, bate no jarro, o jarro é de ouro, bate no touro, o touro é valente, bate na gente, a gente é fraco, cai no buraco, o buraco é fundo, acabou-se o mundo.