domingo, 22 de junho de 2014

Raízes

Ele já arrumava as suas coisas de casa do jeito certo...
Já fazia as amizades no nível seguro...

Os sapatos, sempre do lado de fora.
A louça, sempre limpa.
Mochilas nunca desfeitas totalmente e sempre acessíveis.
(...)
Parecia que ele andava sempre calculando alguma coisa.
Dele, nunca se ouvia reclamações de problemas.

Até que um belo dia acordei...
e outra pessoa contava essa mesma história em algum lugar mundo afora.

domingo, 8 de junho de 2014

E se com todo dinheiro do mundo fosse capaz?
E se toda beleza do mundo fosse imunda e negasse a paz?
E se enganar por enganar fosse sempre sem querer ?
E se as perguntas, ao meu ver, perguntassem sem serem vistas?
E se todas cristas, de galo, nascessem no pé?
Nem todo Zé, todavia, te daria todas as discas.
Não perca as iscas!