terça-feira, 14 de junho de 2011

O meu, o seu, o nosso.

Hão de bradar a quem tempesdades moveram
hão de clamar todo seu poderio
em exília tardia vulgo-me pôr do sol
e em tí sepulcro todo meu ódio fúnebre
a explícita luz não implicita minha regeneração
mas talvez em citoplasmas, pásmas, meus genes chegarão
contudo, se ainda restar o bagaço, que seja da pólvora do teu calibre
doravante eu planto, eu vivo, eu me comungo
em controvérsias eu te venero, eu te espero e eu te amo
Meu planeta.

sábado, 11 de junho de 2011

R9 !

Se há o que recordar, que memorizem a minha arte

Se há um lugar, que pendurem as minhas chuteiras

Ao meu corpo, ao meu povo, ao meu desejo

eu agradeço!

Com minhas mãos às tuas e com meu brado aos teus

eu brindo!

Um brinde ao amor, um brinde à vitória

Um brinde a você e ao meu coração

Um brinde à nossa seleção.