sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Em ruas de outono desabroxo melodias sinfônicas; em esquinas de primavera frutifico tanto o ar doce quanto o alimento proibido. Aquelas as guardarei junto ao meu violão para que, quando quiser, deslizar sobre as cordas e lembrar-me que um dia germinei; contudo, essas as guardarei para que, hoje germinado, entregar-te com intúito de, respectivamente, vus alimentar e vus contaminar e provar que mesmo se a música não toca o vento mesmo assim dança. Nao adianta. Não mesmo. Em minhas janela ele sapateia para que na sua ele voltar a sambar. Então samba! Samba beija flor, para que eu nunca deixe de amar.

sábado, 28 de agosto de 2010

Muito prazer; e só para constar ele é mútuo e todo nosso

Não é um hábito natural ser sincero, é simplesmente um perfil constantemente emplementado e, enquanto pré-maturo, em faze de amadurecimento, a qual sempre foi e estará, ivolui dia após dia. "Sou o que sou e ninguém vai me mudar", não está em minhas experimentações cotidianas o pensamento de mudar minha rotina ou muito menos meu modo de pensar. "Faz parte do meu show", e a cada show vivido, a cada instante ou a cada momento íntimo percorrido logo penso que estou a "dois passos do paraíso". "É muito pessoal, é particular": não é uma nescessidade ser compriensível. Me satisfaço com cada etapa vencida, consagra-me grande satisfação; isso que importa. Isso que me importa. Jamais serei egoísta, minha vida é como um "gueto": circule, venha e vá. Não há uma regra a seguir para me conhecer, apenas "mantenha respeito" e chegue devagar. "Devagar, devagarinho". Mas cuidado para não me dar um nó, não se misture tanto e nem vá embora, apenas "não me deixe só".
Com minhas idealizações pretendo chegar à lua, com meu suor percorro as ruas, com seu temperamento entendo porque "essa noite não tem luar", e, se me deixo levar, nas "ruas de outono" você me carregara, antes mesmo tudo ficar "namoral". Sim , sou jovem e sou legal, ora normal, ora debimental, mas aqui vai um conselho - o qual, particularmente, mais gosto neste texto: "mesmo que seja estranho, seja você". O importante é que sou feliz, e após tantas rimas, como diz meu velho amigo abstrato Djavan: "boa noite"!; pois nesta vida eu apenas sei que sempre serei um "jovem aprendiz".

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

"Todo mundo espera alguma coisa...

... de um sábado à noite (...)

- Ah! E que sábado, parecia que eu comungava bençãos de alegria e felicidade, não me lembrara há quanto tempo não ria assim. Ria como se estivesse "soluçando", totalmente sem comando e involuntário; e adiantava segurar a respiração?! Era mais tempo que perdera fazendo tal tolice, podendo está rindo mais e mais. Agradeço a Deus pelos amigos que possuo, assim mantenho-me linearmente à frente da satisfação.


- Enraizamos naquele sofá, que mais parecia um vasto latifundio; nos fertilizavamos com músicas ao violão, que mais pareciam orquéstras sinfónicas; parecia um jogo de ping-pong, um jogando piada para o outro. Sim, o Deus mitológico da bobeira nos deixara bêbados, mais pareciamos uma farândola.


- Histórias a limpo, curiosidades, fofocas, arrependimentos, danças, clipes, gemidos, espirros, gritos, término de relação, bêbados, confições, declarações, beijos, bunda na cara, show de comédia, amor, carinho, igualdade, falta ao trabalho, valor de uma amizade, galudez, mal hálito, violão, raper's mc's, cabelo duro, repeteco, e por fim, pão fresquinho.


- Alí enraizei, alí frutifiquei, alí germinei, alí multipliquei e hoje sou um bosque. Calma! Para que bater palmas? Estar a chamar alguém? Pode entrar, a casa é nossa; o bosque é nosso. Um dia quando era Tarzan, para mim, um lar temporário, hoje é meu refúgio, se assim precisar chamar quando precisar.


- Tempero meu arroz, refogo o meu feijão, de nada em nossa casa falta, nem mesmo confiança e gratidão, pois então amigo, de uma vez por todas, esqueça algum incoveniente, aqui sempre estará a minha mão.


(...) bem no fundo todo mundo quer zoar". (8)

segunda-feira, 16 de agosto de 2010


... é como ligar os fatos, concluir uma teste, desvendar um crime ou simplesmente viver sua vida; isso mesmo. Tudo tem seu ligamento, seu ápice psicológico de conclusão e são entrelaçadas entre si mesmas todas as histórias, os modos de vida, os hábitos e qualquer tipo de ação realizada. Tudo tem seu equilíbrio e ele não pergunta a você se um lado está mais pesado do que o outro; ele simplesmente mantém sua órbita...

domingo, 8 de agosto de 2010

E por que não...


...tamparmos os olhos e enchergarmos somente aquilo que nos agrada? Como a viseira de um cavalo, olhando à frente. E quando defronte ao espelho, tão somente enchergar-se e só notara nosso egoísta ego. Por que pensar nos outros, se é eles que podem nos atingir? Use sua "viseira", seu óculos e enchergue o que quiser! Mas esqueça daquela que gostaria de clamar quando sozinho perceber que está; daquela que, enquanto no "pântano" trilhas, ela que tão recíproca é, está há milhas e milhas; daquela que estender-lhe-ia a mão enquanto os outros, cuja ignorãncia e soberbação a eles fizestes, lembraria das suas palavras e não exitaria em repetir o grave "não". Muito prazer, meu nome é ajuda, estou aqui para velejar e ser velejada. Estou aqui para empautar seus atos e levar a julgamento se devo ou não atribuir-lo ou retribui-lo com o que faço de melhor. Mostrar que você é vida e é como os outros e que serei infinitamente importante em sua vida e de seus "irmãos". E aonde estou presente? Em seus detalhes inefáveis, que hão de ser reparados. Reparados, logo compartilhados. Partilhados? Partilha é uma palavra fora do vocabulário de um "egocêntrico". Não seja um. Não mesmo. Um dia precisará de um. Precisará de um "egocêntrico", mas por que não? Se você for igual a ele, me esqueça, nem vagamente lembre de minha existência, mas se você for de perfil contagiante, irradiador e principalmente humanitário, contudo ele o ajudará. Porque você saberá ser ajudado. E ele que veio em ajudar, será ajudado também. Eu, em sua performance, o contagiarei e mostrarei a ele que individualista somente eu posso ser. Muito prazer novamente, eu sou o bem, e somente eu devo existir.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Mais uma mordida? Ou está muito amargo?


Sabes o que é um gosto amargo? Aquele em que enrugas vários centímetros quadrados de pele, expressando facialmente que não gostaste do que sentiste ou experimentaste. Mas amargura pode-se comparar às consequências ocasionadas a sí sentidas; algo que lhe atingiste por dentro, por exemplo. Mas por que "amargo"? Não é um gosto muito agradável, que convém ao desejo de querer mais, digo o porquê. Ser acordado, para uns, pode ter um gosto amargo de infelicidade. rs. (modesta parte, eu fico puto). Ir à caixa de correio e pegar um inquérito judicial de um próprio ente querido que deu partida contra você; traz um sentimento ruin, amargo, semelhante ao de uma coisa não muito gostosa que comeste mais cedo. Chegar em casa desempregado, sair esta noite pensando no namoro que há pouco tempo terminaste, não passar no vestibular, lembrar da morte da bizerra, e tão somente, particulamente, pensar no título que começou em "Com quantas doses de sarcasamo e malandragem os objetivos são alcançados com êxito" e agora prossegue em "Com quantos telefonemas e quantas viagens à roça para agrada-la e mostrar o quão me satisfaz, vão ser preciso para dar continuidade ao primeiro título e construir o segundo?"; não é algo que magoa, apenas vem-me à boca, sutilmente, um gosto amargo fundindo à anciedade que dribla meu paladar e vai direto à mente. Confuso? Talvez. Comparar gosto a sentimento não está sendo proposital, muito menos estou brincando com as palavras. Está acontecendo. E explicar isso? Talvez você possa me ajudar. Dar-te-ia satisfação e auto-estima elevada, algo que não lhe convém nos ultimos tempos em alta, palavras de altoria da própria. Risos e sorrios? Certas vezes trouxe e trar-lhe-ei sempre! Saudade? Ja nem sei que palavra é essa. Um confecionário talvez seria, um "bobo da corte" talvez interpretasse, um conquistador barato ? Talvez figurasse. Mas não! Prefiro ser o malandrinho, alguém que, com um pouco de ingenuidade no começo e muita brincadeira, deu partida a uma história. Um capítulo uma vez construído e agora trabalhado para que chegue ao mais esperado, o final do livro. O final do livro eu disse, não o final da história, uma vez iniciada e agora estudada e observada, de bem longe, mas não ausente; não estou. Agora escrito, o conto obteve vida e enraizou-se. Frutifocou a maçã doce e o limão azedo e amargo. Mas afinal, qual das duas estou colhendo e degustando?

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Uma dose de Paz para "encher o papo"


Ah! Se vendesse "Paz" em botequim; brindaria todos os dias antes de começar aquela partida de Buraco tradicional com os amigos, até pagaria uma dose para o Zé da padaria, para a dona Maria do sacolão e quem sabe para o seu Manél sapateiro, não gostava muito quando ia lá para minha mãe dar algum recado ou algo do tipo, mas tudo bem, uma pequena dose não desceria "quadrada", suponho; Levaria todos os meus amigos à esse boteco, seria motivo de gandaia todas as noites! Beber e dirigir? Concerteza! Seria o motorista mais alcoolizado sobre o asfalto! Ligaria para os alcoólicos anônimos só para saber como vão todos aqueles à quem levei ao vício; Acho que venderia tal bebida em meu boteco também, não! Na verdade, levaria a todos os botecos, em todas as esquinas da cidade! Poderia ser oferecida aos Romanos antes de guerriar com outra cidade, a comando de Julio César, poderia dar aos americanos antes de atacar Hiroshima ou até mesmo à Hitler, quem sabe algum mandado de execução de uma câmara de gás não teria sido ignorada; Talvez lá na época de Cristo, ao invés de seia de natal, um pit stop nesse boteco não seria má idéia para nós, descendentes; Meros trocadilhos. Em fim, um objetivo desejados por muitos, a Paz. Estacionada em poucos lugares, lugares estes cujo o espaço é dividido em meio à violencia, à ignorância, ao hipocratismo e não o de menos valor, o pensamento soberbo; a visão do próximo querer exautar-se sobre os outros, empautando a superioridade, é o bastante para espantar um pouco a paz, mesmo que seja somente a paz psicológica dentro da própria pessoa, cujo lugar, na minha opnião, é o pior para não possui-la. Pague uma dose à toda pessoa que encontrar nesse boteco, leve todos à esse boteco, alcoolise todos ao seu redor, com cada um fazendo sua parte, quem sabe um dia a galinha não "enche o papo".

sábado, 17 de julho de 2010

Do peito amigo, o irmão nasceu



Amizade - Em amplo sentido; Relação fetiva entre pessoas próximas que provém de recíprocos sentimentos não nescessariamente amorosos ou sexuais. Será que existe alguma fraze ou texto que definiria a importância de uma amizade? Inúmeras, eu digo. Não existe uma, duas ou três formas de expressar-se o quão valor de uma amizade é importante, existem várias! A absoluta e sincera opnião à quem a adimiração é mútua não deve ser reservada, pelo contrário, deve ser totalmente visível para que seja plausível pelas outras amizades com quem relacionadas, contudo alimentando o valor merecido. Não há uma amizade, boa e verdadeira, que não seja digna do mensionado. A felicidade e a satisfação podem ser duas amigas fiéis aos contemplados de uma amizade saudável, que por sua vez nasceu de um simples ato de expressividade. Diga à quem, cuja afetividade se encaixa no transcrito, o quanto o ama; não tão somente só o grau de afetividade será elevada, mas também, a satisfação, o que é importantíssimo ao ego. Ame, valorize, fale, elogie e abstráia tudo do que há de melhor em uma amizade; afinal em um mundo tão grande como o nosso, vasto de loucos e de culturas cinistras, não tem como rir de tudo sozinho, venhamos e convenhamos: tudo pode, e sempre poderá se tornar mais engraçado ao lado de alguém louco como você.