Em ruas de outono desabroxo melodias sinfônicas; em esquinas de primavera frutifico tanto o ar doce quanto o alimento proibido. Aquelas as guardarei junto ao meu violão para que, quando quiser, deslizar sobre as cordas e lembrar-me que um dia germinei; contudo, essas as guardarei para que, hoje germinado, entregar-te com intúito de, respectivamente, vus alimentar e vus contaminar e provar que mesmo se a música não toca o vento mesmo assim dança. Nao adianta. Não mesmo. Em minhas janela ele sapateia para que na sua ele voltar a sambar. Então samba! Samba beija flor, para que eu nunca deixe de amar.

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