sábado, 28 de agosto de 2010

Muito prazer; e só para constar ele é mútuo e todo nosso

Não é um hábito natural ser sincero, é simplesmente um perfil constantemente emplementado e, enquanto pré-maturo, em faze de amadurecimento, a qual sempre foi e estará, ivolui dia após dia. "Sou o que sou e ninguém vai me mudar", não está em minhas experimentações cotidianas o pensamento de mudar minha rotina ou muito menos meu modo de pensar. "Faz parte do meu show", e a cada show vivido, a cada instante ou a cada momento íntimo percorrido logo penso que estou a "dois passos do paraíso". "É muito pessoal, é particular": não é uma nescessidade ser compriensível. Me satisfaço com cada etapa vencida, consagra-me grande satisfação; isso que importa. Isso que me importa. Jamais serei egoísta, minha vida é como um "gueto": circule, venha e vá. Não há uma regra a seguir para me conhecer, apenas "mantenha respeito" e chegue devagar. "Devagar, devagarinho". Mas cuidado para não me dar um nó, não se misture tanto e nem vá embora, apenas "não me deixe só".
Com minhas idealizações pretendo chegar à lua, com meu suor percorro as ruas, com seu temperamento entendo porque "essa noite não tem luar", e, se me deixo levar, nas "ruas de outono" você me carregara, antes mesmo tudo ficar "namoral". Sim , sou jovem e sou legal, ora normal, ora debimental, mas aqui vai um conselho - o qual, particularmente, mais gosto neste texto: "mesmo que seja estranho, seja você". O importante é que sou feliz, e após tantas rimas, como diz meu velho amigo abstrato Djavan: "boa noite"!; pois nesta vida eu apenas sei que sempre serei um "jovem aprendiz".

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

"Todo mundo espera alguma coisa...

... de um sábado à noite (...)

- Ah! E que sábado, parecia que eu comungava bençãos de alegria e felicidade, não me lembrara há quanto tempo não ria assim. Ria como se estivesse "soluçando", totalmente sem comando e involuntário; e adiantava segurar a respiração?! Era mais tempo que perdera fazendo tal tolice, podendo está rindo mais e mais. Agradeço a Deus pelos amigos que possuo, assim mantenho-me linearmente à frente da satisfação.


- Enraizamos naquele sofá, que mais parecia um vasto latifundio; nos fertilizavamos com músicas ao violão, que mais pareciam orquéstras sinfónicas; parecia um jogo de ping-pong, um jogando piada para o outro. Sim, o Deus mitológico da bobeira nos deixara bêbados, mais pareciamos uma farândola.


- Histórias a limpo, curiosidades, fofocas, arrependimentos, danças, clipes, gemidos, espirros, gritos, término de relação, bêbados, confições, declarações, beijos, bunda na cara, show de comédia, amor, carinho, igualdade, falta ao trabalho, valor de uma amizade, galudez, mal hálito, violão, raper's mc's, cabelo duro, repeteco, e por fim, pão fresquinho.


- Alí enraizei, alí frutifiquei, alí germinei, alí multipliquei e hoje sou um bosque. Calma! Para que bater palmas? Estar a chamar alguém? Pode entrar, a casa é nossa; o bosque é nosso. Um dia quando era Tarzan, para mim, um lar temporário, hoje é meu refúgio, se assim precisar chamar quando precisar.


- Tempero meu arroz, refogo o meu feijão, de nada em nossa casa falta, nem mesmo confiança e gratidão, pois então amigo, de uma vez por todas, esqueça algum incoveniente, aqui sempre estará a minha mão.


(...) bem no fundo todo mundo quer zoar". (8)

segunda-feira, 16 de agosto de 2010


... é como ligar os fatos, concluir uma teste, desvendar um crime ou simplesmente viver sua vida; isso mesmo. Tudo tem seu ligamento, seu ápice psicológico de conclusão e são entrelaçadas entre si mesmas todas as histórias, os modos de vida, os hábitos e qualquer tipo de ação realizada. Tudo tem seu equilíbrio e ele não pergunta a você se um lado está mais pesado do que o outro; ele simplesmente mantém sua órbita...

domingo, 8 de agosto de 2010

E por que não...


...tamparmos os olhos e enchergarmos somente aquilo que nos agrada? Como a viseira de um cavalo, olhando à frente. E quando defronte ao espelho, tão somente enchergar-se e só notara nosso egoísta ego. Por que pensar nos outros, se é eles que podem nos atingir? Use sua "viseira", seu óculos e enchergue o que quiser! Mas esqueça daquela que gostaria de clamar quando sozinho perceber que está; daquela que, enquanto no "pântano" trilhas, ela que tão recíproca é, está há milhas e milhas; daquela que estender-lhe-ia a mão enquanto os outros, cuja ignorãncia e soberbação a eles fizestes, lembraria das suas palavras e não exitaria em repetir o grave "não". Muito prazer, meu nome é ajuda, estou aqui para velejar e ser velejada. Estou aqui para empautar seus atos e levar a julgamento se devo ou não atribuir-lo ou retribui-lo com o que faço de melhor. Mostrar que você é vida e é como os outros e que serei infinitamente importante em sua vida e de seus "irmãos". E aonde estou presente? Em seus detalhes inefáveis, que hão de ser reparados. Reparados, logo compartilhados. Partilhados? Partilha é uma palavra fora do vocabulário de um "egocêntrico". Não seja um. Não mesmo. Um dia precisará de um. Precisará de um "egocêntrico", mas por que não? Se você for igual a ele, me esqueça, nem vagamente lembre de minha existência, mas se você for de perfil contagiante, irradiador e principalmente humanitário, contudo ele o ajudará. Porque você saberá ser ajudado. E ele que veio em ajudar, será ajudado também. Eu, em sua performance, o contagiarei e mostrarei a ele que individualista somente eu posso ser. Muito prazer novamente, eu sou o bem, e somente eu devo existir.