Bandida! Cúmplice de meus crimes!
segunda-feira, 17 de março de 2014
sábado, 8 de março de 2014
Puta
livrai de mim o mal
afestai de mim aquele pau
que mataste o corvo!
Do orvo...
o orvalho; novo.
Vinde o ovo,
e galinha depois!
dois, mais dois (...)
Murra, urra e burra!
feche o tempo e pare de chover, tempestade...
Aproveite e
Pare de contar!,
pois a descência, o animal e a flora não vão se importar
se você tenta me ler e és incapaz de compreender.
tente me ver!
livrai de mim o malafestai de mim aquele pau
que mataste o corvo!
Do orvo...
o orvalho; novo.
Vinde o ovo,
e galinha depois!
dois, mais dois (...)
Murra, urra e burra!
feche o tempo e pare de chover, tempestade...
Aproveite e
Pare de contar!,
pois a descência, o animal e a flora não vão se importar
se você tenta me ler e és incapaz de compreender.
tente me ver!
domingo, 22 de dezembro de 2013
eu sou você!
sábado, 30 de novembro de 2013
enquanto batia as asas que tinha,
já mirava o próximo voo.
Que levantou depois que o sol se foi
pra de trás do buquê de árvores
e por cima, passou, de um boi
e um montão assim de lajes.
Mas chegando onde chegou
se lembrou de que quereria
mais,
então voou de novo por onde passou
feliz do jeito que a abelhinha faz.
sábado, 2 de novembro de 2013
Repare bem. Que mal tem?!
Palavras, vento e martírio.
São tudo a mesma coisa:
só servem
para
refrescar embaixo
da saia
da puta
que quer
se
esconder do mundo.
São tudo a mesma coisa:
só servem
para
refrescar embaixo
da saia
da puta
que quer
se
esconder do mundo.
domingo, 13 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Vez por outra, tenho vontade de nunca sair de meus poemas.
Neles tudo posso.
Tudo faço.
Tudo costuro.
E o faço perfeito:

A flor, o belo, o dia, o mar, o peido, o ronco, o beijo, a ignorância e o amor.
Os passos, a música, a calvice, o click, o arcaico, o jovem, a paciência, a pedra e o dinheiro.
A esperança, a vassoura, a comida, a ida (ou a vinda), a fera e ela.
A megera, o corrupto, a química, a pista, o segredo, o dedo e aquele pistoleiro.
A letra, a dança, a matança, a recaída, o adultério, o mundo, o cru e os livros.
A chuva, os planetas, as ideias, os assaltos (ou furtos), as canecas, os cafés e os quase tudo.
Menos a tinta para essa caneta...
Pois meus poemas são feitos de sonhos e, de vez em quando, eu ainda tenho que acordar.
Neles tudo posso.
Tudo faço.
Tudo costuro.
E o faço perfeito:

A flor, o belo, o dia, o mar, o peido, o ronco, o beijo, a ignorância e o amor.
Os passos, a música, a calvice, o click, o arcaico, o jovem, a paciência, a pedra e o dinheiro.
A esperança, a vassoura, a comida, a ida (ou a vinda), a fera e ela.
A megera, o corrupto, a química, a pista, o segredo, o dedo e aquele pistoleiro.
A letra, a dança, a matança, a recaída, o adultério, o mundo, o cru e os livros.
A chuva, os planetas, as ideias, os assaltos (ou furtos), as canecas, os cafés e os quase tudo.
Menos a tinta para essa caneta...
Pois meus poemas são feitos de sonhos e, de vez em quando, eu ainda tenho que acordar.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Não há legenda, tradução ou qualquer tipo de blindagemNão há resquício, migalha ou qualquer tipo de resto
Não há suave, só seco
Não há ternura, só indelicadeza
E também não há quem ponha a mesa
Muito menos empregado do Diabo
Muito menos um mapa
Muito menos um diário ou uma receita
Muito menos o "menos"
Só existe o tudo:
Tudo está em todos
Todos querem tudo
Sem terem nada, senão a eles mesmos.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Ás
Não havia cartada decisiva.
A manga estava vazia.
(Como vazia está a praça, a página).
O fato é que não deu, mas poderia ter dado.
...
Já que não deu, por que ainda pensar?
-Dor física é muito insignificante e vaga perto do pretérito descuido e posterior arrependimento.
Se ausentar por covardia
-constrói o martírio retórico
Descartar a oportunidade de agir ou de consequência
-é renegar a vida.
Mas remoer palavras em mente?
-é beijar o inferno à lábios secos.
A última 'carta' nem sempre está às mãos de fato.
Assinar:
Postagens (Atom)





.jpg)