Já existem inúmeras propagandas das próximas competições mundiais, e, nelas, bandidos disfarçados, boas-vindas bastante cortês, elogio de boas referências, entretanto, um corriqueiro fato: pouco tempo pra muito povo. Portanto, a realidade fora do papel.
Além da responsabilidade da Copa e dos jogos Olímpicos, outrossim, porém, necessitamos atuar em nosso próprio espetáculo de "faz-de-conta", que recebera de outras vias, sem míseras humildades, explêndidas enfatizações.
Há boatos de "foras-da-lei" montados em seus cavalos distribuindo pergaminhos de boa fé. Hão de convir que é de suma a veracidade de tais. Convenhamos, ora, por quê não também, que ninguém mata, rouba ou mente, ora, também, todos riem, sorriem. Assim, no palco estão a receberem quem mais ao oscar merece.
A péssima hospitalização à "beira-cena" está sendo varrida para o canto da rua, atrás das lixeiras, para quem chegar, impacto não sofrer, contudo, distrair-se e perceber, inevitável seria.
Enquanto sob o "fura-bolo" da mídia, nossa tão última célebre visita presidencial, a qual muito lisonjeada e satisfeita transparecia estar ante aos véus, confessa-se aos pés do Cristo: "a cidade é mesmo abençada por Deus e bonita por natureza". Pois bem, eeeeeeee "corta"! Fechem as cortinas e esperem dos aplausos o término. Saboreem bem a sobremesa antes da conta chegar. Há tempo, aproveitem, até às competições. Tem bastante tempo, no entanto, uma hora as rodas de samba param, os sinais fecham e as palmas cessam, e quem estaria a rogar por nós seria que em meio aos holofotes no centro do palco se encontram. Porém, não é o que irá acontecer, será preciso nossos convidados chegarem e propriamente vizualizarem a platéia em frente ao palco, logo, refletindo a autoindagação destas estarem atrás das câmeras para supostamente não serem vistas.
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