E como outro qualquer, dia, ensaio
meus furtos, sobrevivências, lembranças, angústias, sabores, dores, etc.
Ergo as mangas, as sujo, por descuido.
Inclino e pego
meu arco e estacas, minhas botas, minha vergonha e meu corpo.
Abro as janelas, a mente, o saco de fichas.
Daí cai uma, ficha.
Parece...
Eu acho...
Bem, nao tenho como ter certeza
mesmo, levanto voo.
Se eu cair, será bom que
a sensação me fará acordar, ver as verdadeiras bruxas,
as verdadeiras facetas e as verdadeiras faláceas.
As verdadeiras que eu nunca saberei se são as próprias ou se,
de fato, existem mesmo.
Já que certas coisas morrem com a gente.
Até a dúvida.Até os sonhos.
Até a dignidade.
Até nossas próprias bruxas, que
alguns por ai tem vontade de caçá-las.
...absurdo.
Vc se supera, sempre!
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